A GH Induction desenvolve soluções completas de aquecimento por indução para forja, projetadas de acordo com o material, geometria da peça e cadência de produção. Os sistemas podem ser integrados tanto em novas linhas quanto em instalações existentes, proporcionando maior controle do processo, aumento da produtividade e redução do custo total de operação.
Forja, estampagem a quente e extrusão consistem em formar uma peça que tenha sido previamente aquecida a uma temperatura na qual sua resistência à deformação diminui As temperaturas aproximadas para a forja a quente mais comumente usadas são:
Após o aquecimento do material, a operação de deformação é feita em diferentes tipos de máquinas: prensas impacto mecânico, máquinas de dobra, prensas de extrusão hidráulica, etc. A matéria-prima utilizada na forja é apresentada na forma de pinos arredondados ou quadrados. Fornos convencionais (combustível, gás) são usados para aquecer as peças, mas também a indução pode ser usada.
O controle preciso do aquecimento é um fator determinante para a estabilidade e a qualidade nos processos de forja.
O aquecimento por indução permite monitorar e ajustar parâmetros críticos, como temperatura, tempo de aquecimento e potência aplicada, garantindo repetibilidade do processo e uniformidade entre as peças forjadas.
Diferentemente dos sistemas convencionais, a indução possibilita um controle instantâneo da energia transferida ao material, reduzindo variações térmicas e assegurando que cada peça atinja exatamente a condição ideal para o forjamento. Isso resulta em menor dispersão dimensional, melhor qualidade metalúrgica e maior confiabilidade do processo produtivo.
Além disso, a facilidade de integração com sistemas de automação e monitoramento industrial permite que o processo de forja por indução seja adaptado a diferentes cadências de produção, geometrias de peças e requisitos industriais, tornando-se uma solução altamente flexível para ambientes de fabricação modernos.
Aquecimento por indução para forjamento